Mais turismo de cruzeiro


Posted August 30th, 2010 by jorge No Comments »

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Portimão continua a atrair as grandes companhias de cruzeiros, de que é exemplo a Princess Cruises, umas das maiores operadoras a nível mundial, que se estreou naquele Porto de Cruzeiros no passado dia 26, com o navio “Ocean Princess”.
A Princess Cruises possui uma frota de 18 navios, assegura 115 itinerários e liga mais de 350 destinos à volta do mundo, apostando no Porto de Cruzeiros de Portimão devido à sua posição estratégica, entre o Atlântico e o Mediterrâneo, e às condições de atracagem e de segurança que o caracterizam.
Construído em 1999, o “Ocean Princess” transporta 680 passageiros e 373 tripulantes, numa viagem que se iniciou no dia 21 do corrente em Dover e que terminará em Civitavecchia, o porto de Roma, na quarta-feira.
O navio tem um comprimento de 181 metros, uma largura de 25,46 metros e um calado de 5,80 metros, atraindo diversos segmentos de passageiros, geralmente turistas experientes que esperam qualidade e flexibilidade no serviço prestado.
Em 2009, Portimão consolidou a sua posição de terceiro porto deste segmento a nível nacional em número de passageiros, cerca de 51 mil, repartidos pelos cruzeiros e pela ligação regular semanal à Madeira e Canárias por ferry-boat, afirmando-se como a maior plataforma logística de transporte de passageiros entre a Península Ibérica e as ilhas atlânticas.
Relativamente a 2008, quando contabilizou 26 escalas e 11.217 visitantes, Portimão recebeu no ano passado um total de 38 escalas (mais 46%) e de 23.588 visitantes (mais 110%), sendo as expectativas para 2010 igualmente bastante positivas: estão previstas 68 escalas, representando um acréscimo de 79%, enquanto no que concerne ao número de passageiros, deverá aproximar-se dos 60 mil visitantes, o que significará um aumento de 154%.

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“O que gosto mesmo de fazer é teatro de revista”


Posted August 27th, 2010 by jorge Comments Off

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Fernando Mendes, o popular ‘Gordo’ do programa televisivo ‘O Preço Certo’, foi, este ano, o padrinho do Festival da Sardinha de Portimão. E, na inauguração do certame, pode dizer-se que esteve à altura do cargo. Fartou-se de comer sardinhas e, à boa tradição algarvia, ou seja, em cima do pão e manuseadas à mão. No final, falou-nos um pouco do seu trabalho de fazer rir que já dura há 30 anos e confessou que, apesar de ser conhecido essencialmente pelo programa que apresenta na RTP, o que gosta mesmo é de fazer teatro de revista.

Como é que têm sido estes 30 anos a fazer rir? Foi isto que sempre quis fazer?
Era isto que queria fazer e tive sorte, pois se o meu pai não fosse actor, eu também não teria sido. Fui para o teatro por cunha, porque o meu pai era actor…
Foi à boa tradição portuguesa, portanto?
Não digo que concordo com a cunha, mas quando ela acontece, acho que temos de aproveitá-la e mostrar mais tarde que a cunha teve alguma razão de ser, que tivemos alguma evolução, que não estamos lá só por estar. Se isso não acontecesse comigo, o meu pai não ia ficar muito contente e eu era o primeiro a perceber que tinha de sair do meio. Mas, felizmente, as coisas tem corrido bem. Logo de início não foi fácil, pois quando se está em casa e se é o engraçadinho da família é uma coisa, quando se está num palco, é diferente. Não foi fácil, mas tive a sorte de apanhar, na altura, grandes actores, grandes encenadores, que, infelizmente, a maioria já não está entre nós e que me ensinaram a grande escola do teatro.
De que forma está a celebrar estes 30 anos de carreira?
Através de um espectáculo que se chama “Mendes.come - 30 Anos de Carreira”. É um apanhado dos sketches que mais gostei de fazer ao longo da minha carreira. Tem também bailados, canções e músicas de antigamente, de que as pessoas se recordam e gostam. Não vou dizer que é uma revista à portuguesa, mas sim uma revista do que eu ando a fazer há muito tempo pelo país e que é o que gosto de fazer. Só achámos que não era muito viável estar a transportar cenários de um lado para o outro e, por isso, trabalhamos com um écran e uma tela onde projectamos os cenários.
O Fernando Mendes faz muito teatro de revista e também muita televisão. O que é que lhe dá mais prazer?
O teatro de revista é o que me dá mais prazer, gosto de estar em contacto com o público. Mas a televisão é muito importante e, no programa que apresento, também tenho o público à minha frente. Eu geri o Preço Certo um bocado à minha maneira. Quando me convidaram para o apresentar não acreditei, até pensava que era para os apanhados, apresentar programas nunca foi o meu forte, mas o facto de ter o público à frente ajuda-me. Mas, acima de tudo, do que gosto mesmo é da revista, do teatro, do palco.
Mas já leva oito anos a apresentar um programa de televisão e com grande sucesso de audiência, o que não é nada habitual em Portugal. Como é que tem conseguido?
Se calhar é por ser eu próprio, por não inventar muito, por não me subir à cabeça o facto de estar há oito anos a fazer um programa televisivo. Acho que o segredo do sucesso é esse e o trabalho de conjunto, não sou só eu que faço o Preço Certo.
Acho que o programa mostra o país real, vêm pessoas de norte a sul do país. Por um lado, porque gostam de nos ver, por outro, porque precisam e eu tento dar o máximo de ajuda possível para que, além de saírem satisfeitas, levarem qualquer coisinha para casa.
Ao fim destes anos todos já faz o Preço Certo de forma automática?
Sim, mais do que automática. É um programa que não tem texto nenhum, que existe em nove ou dez países do mundo e, tirando os Estado Unidos, Portugal é o país em que está no ar há mais tempo seguido.
Ainda se vê a fazer o programa durante muitos anos ou acha que está a chegar a altura de parar?
Se as audiências forem boas e se o público quiser, eu não me importo nada de continuar.
Actualmente, também tem na televisão um outro programa, com o José Carlos Malato. Como é que tem funcionado?
É uma coisa só para o Verão, são onze programas. É uma dupla de dois gordos, mas tirando isso, somos completamente diferentes, ele tem o público dele, eu tenho o meu… Mas somos dois gordos que têm audiência na RTP e então eles aproveitam isso para nos pôr a fazer este programa, que tem funcionado muito bem. É engraçado, também tem concorrentes de todo o país, o que é bom para que as pessoas não pensem que as coisas só acontecem em Lisboa e só se faz televisão para a capital.
O Fernando Mendes brinca frequentemente com o facto de ser gordo e, normalmente, os actores lutam muito é para não serem nem parecerem gordos. No seu caso, essa característica física tem ajudado?
Como há poucos gordos no mundo do espectáculo, se calhar, tem ajudado um bocadinho. Isto hoje são todos galãs e eu não quero ser galã. Não me importo nada de ser gordo, mas tenho que emagrecer um bocadinho.
Você tem fama de ser bom garfo. É mesmo assim?
É.
Qual é o seu prato preferido?
Cheio.
Pelo facto de ser uma figura conhecida é muito abordado na rua. Reage sempre bem, com esse ar bem-disposto?
Sim, isto é a minha vida, era mau sinal se, passando na televisão todos os dias, não fosse abordado. Acho que é bom que isso aconteça, procuro ser simpático e corresponder às pessoas mas, às vezes, não estou bem-disposto, o meu sorriso não é igual todos os dias. Lembro-me de uma vez em que me pediram um autógrafo depois de ter saído de um funeral… As pessoas também têm de perceber há momentos para tudo, naquele caso até fiquei um bocado chocado, não era a altura certa para me pedirem o autógrafo.

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Exposição sobre Manuel Teixeira Gomes


Posted August 25th, 2010 by jorge Comments Off

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A exposição “Manuel Teixeira Gomes - Entre dois séculos e dois regimes” pode ser apreciada no Museu de Portimão, até 31 de Outubro. A mostra inclui a exibição, pela primeira vez, de objectos decorativos utilizados na estadia do antigo Presidente da I República em Londres, enquanto Embaixador, e o telégrafo de onde recebeu a notícia da implantação da República. O segundo núcleo da exposição, “Portimão nos alvores do século XX”, mostra a cidade algarvia no início do século XX.
Integrada no plano de comemorações nacionais do 150º Aniversário do Nascimento de Manuel Teixeira Gomes e na mostra conjunta “Algarve: Do Reino à Região”, a exposição “Manuel Teixeira Gomes - Entre dois séculos e dois regimes” desafia os visitantes a acompanhar e descobrir o percurso único de Manuel Teixeira Gomes, natural de Portimão, de onde partiu para as suas viagens comerciais, diplomáticas, políticas, literárias e culturais.
Nela podemos assistir à transição entre os regimes monárquico e republicano e ainda ao seu percurso no exílio, a que se impôs, revelando-nos o retomar do prazer da escrita e da fruição da paisagem mediterrânica. Pela primeira vez em Portimão serão expostos objectos decorativos e móveis utilizados pelo sétimo Presidente da I República em Londres, e um telégrafo usado na época, através do qual recebeu na sua terra natal, a notícia da Implantação da República em Lisboa. Um conjunto de 5 obras do seu grande amigo Columbano Bordalo Pinheiro será também exibido, assim como a réplica do seu busto em bronze que se encontra na cidade argelina de Béjaïa, localidade onde passou os últimos anos do seu exílio.
“Portimão nos alvores do século XX” é um segundo momento da exposição e mostra alguns dos principais aspectos da evolução da antiga Vila Nova no primeiro quartel do séc. XX, na transição da monarquia para o regime republicano e as principais alterações realizadas neste período. Novos espaços e equipamentos urbanos surgiram de uma nova organização política e social, das necessidades de desenvolvimento e das carências sentidas no quotidiano dos portimonenses. Terra natal de Manuel Teixeira Gomes, Portimão assiste, no período de 1900 a 1925, à ascensão diplomática deste seu ilustre cidadão, à sua eleição para a Presidência da República Portuguesa e finalmente à sua partida para o exílio.

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O ‘inventor’ do Autódromo


Posted August 24th, 2010 by jorge Comments Off

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Paulo Pinheiro é o homem que está na base da construção do Autódromo do Algarve. Desde sempre apaixonado pelo desporto automóvel, o sonho de ter um equipamento do género em Portimão surgiu-lhe muito cedo, ainda contava com apenas 13 anos de idade. Um sonho que começou a ficar mais perto da sua concretização quando, no ano 2000, conseguiu convencer a empresa onde trabalhava, a Bemposta, a avançar com o projecto. Uma das primeiras pessoas a ser informada foi o presidente da Câmara de Portimão, Manuel da Luz, que confessou ter, numa primeira reacção, ficado sem saber se estavam a falar a sério ou a brincar. Era a sério, mas ainda havia um longo caminho a percorrer nos labirintos da burocracia nacional até ser possível avançar com as obras. Foram oito anos de um penoso calvário, uma vez que o processo tinha que passar por um sem-número de organismos públicos, até chegar ao mais alto nível. Alturas houve em que só faltava a assinatura de um ministro e, nessa altura, o Governo caía e tudo voltava à estaca zero. O processo burocrático acabou por durar uns longos sete anos. Quando, finalmente, todos os papéis necessários foram assinados, a equipa de Paulo Pinheiro entrou em campo e construiu o autódromo em 12 meses. Mal ficou concluído, recebeu, de imediato (em 2 de Novembro de 2008) o Mundial de Superbikes.

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Portimão Azul


Posted August 23rd, 2010 by jorge Comments Off

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Até ao fim do mês, o azul é a cor dominante das zonas públicas de Portimão. Trata-se de uma iniciativa de arte comunitária, inspirada na obra “Agosto Azul”, de Manuel Teixeira Gomes, e integrada nas comemorações do 150º aniversário do seu nascimento.

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60 mil pessoas no Festival da Sardinha


Posted August 22nd, 2010 by jorge Comments Off

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O Festival da Sardinha deste ano foi o terceiro mais visitado de sempre. Ao longo dos dez dias em que decorreu recebeu cerca de 60 mil visitantes, que consumiram sete toneladas de sardinhas.
O dia de abertura, que contou com a actuação de Rui Veloso, foi o mais concorrido, tendo sido contabilizadas 8.000 entradas.
Muito menos interesse parece ter despertado o espectáculo Rua da Saudade com Fernando Tordo (de homenagem a Ary dos Santos), uma vez que nesse dia apenas passaram pelo recinto 3.000 pessoas.
O Festival da Sardinha contou com a presença, na inauguração, do ministro da Economia, Vieira da Silva, e pelo palco passaram nomes bem conhecidos da música nacional, como Pedro Abrunhosa, José Cid, GNR, Ana Moura e a banda Deolinda.

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Artes e Sabores


Posted August 20th, 2010 by jorge Comments Off

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Vai ter lugar este fim-de-semana, na Mexilhoeira Grande, mais uma edição das Mostra de Artes e Sabores da Nossa Terra. Ao longo do sábado e do domingo, quem passar por esta povoação pode provar alguns produtos típicos, como os doces regionais, o mel e seus derivados. Mas também o artesanato, as artes decorativas, os puzzles, os bordados, os trabalhos manuais e a pintura produzidos pela população local podem ser apreciados.
O evento, que tem entrada livre, realiza-se, como é habitual, no largo da Igreja Matriz, juntará cerca de três dezenas de expositores e funcionará entre as 18 e as 24 horas.
Naturalmente que a música também não irá faltar, pelo que, no sábado, subirão ao palco o Duo Paulo & Sónia (19 horas) e o Grupo de Música Popular “Trigo Limpo”. No domingo, a animação musical ficará por conta da acordeonista Ana Lúcia (19h00) e da cantora Ana Leão (22h00), actuações antecedidas pelas participações especiais das secções de Karaté e de Ginástica Rítmica do Clube de Instrução e Recreio Mexilhoeirense (CIRM), entidade responsável pela realização desta mostra.
Sendo este um evento que pretende apresentar aos muitos milhares de pessoas que todos os anos aí acorrem, o que a freguesia tem de melhor, para além de muitos particulares, apoiam o CIRM na sua realização diversas outras entidades, como a Junta de Freguesia local, da Aldeia de S. José de Alcalar, a Associação de Pais da Escola EB 2,3 da Mexilhoeira Grande e até a CRACEP - Cooperativa de Reeducação e Apoio à Criança Excepcional de Portimão.
A Mostra de Artes e Sabores da Nossa Terra já vai na sua 9ª edição e tem conseguido assumir-se como um dos eventos de maior projecção da freguesia e até do próprio concelho de Portimão.

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Festival da Sardinha até ao fim-de-semana


Posted August 13th, 2010 by jorge Comments Off

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A edição deste ano do Festival da Sardinha de Portimão está a entrar na sua recta final. O evento, que decorre na zona ribeirinha da cidade, junta a gastronomia (onde se destaca, naturalmente, a sardinha assada) ao artesanato e à animação musical. A abertura foi presidida pelo Ministro da Economia, Vieira da Silva, mas a personalidade que maiores atenções atraiu foi o humorista e apresentador do programa ‘O Preço Certo’, Fernando Mendes, que é o ‘embaixador’ do evento.
No que diz respeito à animação musical, hoje, sexta-feira, 13 de Agosto, a vedeta convidada é Netinho, que actua a partir das 22h30. Amanhã, sobe ao palco Pedro Abrunhosa e o certame termina no domingo com um espectáculo ímpar que junta Boss AC, Yuri da Cunha (artista angolano que tem feito a primeira parte da tournée europeia de Eros Ramazzotti), Tito Paris e a cantora cabo-verdiana Ana Firmino, que é também mãe de Boss AC. Os dois interpretarão “Sodade”.
Um grande espectáculo de fogo-de-artifício assinalará o encerramento do 16º Festival da Sardinha, que este ano conta ainda com uma zona de animação radical e um Menu Kid para os mais novos.

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Mundialito de Futebol na Praia da Rocha


Posted August 6th, 2010 by jorge Comments Off

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A Praia da Rocha em Portimão acolhe, este fim-de-semana, a XV edição do Mundialito de Futebol de Praia. A competição conta com a participação de quatro selecções: Portugal, actual campeão em título, Brasil, Argentina e Estados Unidos da América (EUA).
O ambiente único e vibrante que o espectáculo do Futebol de Praia proporciona, tem vindo a captar cada vez mais adeptos. Quem estiver nos extensos areais de Portimão poderá contar, à semelhança dos anos anteriores, com muita animação e com entrada gratuita no estádio montado propositadamente na Praia da Rocha.
O Mundialito é um marco no calendário algarvio, proporcionando a todos espectáculos de grande emoção. Desde 2005 que Portimão acolhe a prova, afirmando-se anualmente como um evento desportivo que atrai os amantes do desporto e do Sol de Verão.
A presença de Portugal nesta competição tem sido particularmente relevante. Além de ser o tradicional anfitrião da prova, Portugal alcançou a final oito vezes (sempre frente ao Brasil), vencendo a prova nas edições de 2003, 2008 e 2009. Em catorze edições do Mundialito já realizadas, o Brasil obteve uma dezena de títulos, Portugal três, e os EUA uma vitória.

Calendário do Torneio:
Sexta-feira, 06 de Agosto
14h00 | Brasil – Argentina
15h00 | Portugal - EUA

Sábado, 07 de Agosto
14h00 | Brasil – EUA
15h00 | Portugal – Argentina

Domingo, 08 de Agosto
14h00 | Argentina – USA
15h00 | Portugal - Brasil

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Portimão está mais azul


Posted August 5th, 2010 by jorge Comments Off

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Com a Parada Azul, que atraiu mais de 500 pessoas na tarde de 1 de Agosto, foi dado o tiro de partida para um mês muito colorido e animado em Portimão, no âmbito do Projecto de Arte Comunitária “Agosto Azul”, que se insere nas comemorações dos 150 anos do nascimento de Manuel Teixeira Gomes.
De três pontos centrais da cidade, e passando por ruas engalanadas de azul, a Banda Filarmónica Portimonense, a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Portimão e um grupo de percussão lideraram a Parada até à Praça 1º de Maio, onde se localizam os Paços do Concelho, para um final de tarde com muita música e animação.
O Projecto “Agosto Azul”, que ao longo do mês empresta uma nova cor ao município, conta com a participação empenhada da sociedade local que, a partir de materiais recicláveis, criou mais de duas mil instalações artísticas de tons azuis, ligadas à obra do escritor e às tradições locais e que podem ser apreciadas em inúmeros espaços públicos.
Com o propósito de valorizar o potencial criativo e artístico da comunidade, emprestando neste mês uma tonalidade diferente às três freguesias do município, este desafio foi assumido desde Fevereiro passado por 46 instituições, entre escolas, centros de dia, clubes, instituições particulares de solidariedade social e associações, sendo que os portimonenses são convidados a decorar as suas casas de azul, fazendo desta terra o cenário ideal para a obra do seu mais ilustre conterrâneo.
Momento alto da programação será o inédito espectáculo de teatro “Agosto Azul”, que terá lugar de 19 a 22 de Agosto, a partir das 22h00, na Praça 1º de Maio, proporcionando o diálogo entre a obra de Manuel Teixeira Gomes e o património local, e unindo diferentes grupos, gerações, histórias e quotidianos, de forma a potenciar as dinâmicas sociais.
“Agosto Azul” é o culminar de um trabalho de conjunto iniciado em Março transacto, a partir de grupos de teatro já existentes na comunidade e de um novo grupo intergeracional que juntou seniores de vários centros de dia com jovens e adultos, promovendo o desenvolvimento individual e colectivo.
Os interessados poderão assistir a dois ensaios abertos deste espectáculo comunitário, o primeiro no dia 14, às 19h00, no Largo da Igreja da Mexilhoeira Grande, e o segundo no dia seguinte, á mesma hora, na Zona Ribeirinha de Alvor.
Também fazem parte da programação dois Bailaricos Azuis, que prometem animar as comunidades da Ladeira do Vau (dia 27, às 20h00) e de Chão das Donas (dia 28, às 21h30).

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